Visite nosso HOTSITE onde você encontrará absolutamente tudo que precisa saber sobre a vinda do Hanson ao Brasil! Novidades, venda de ingressos, como chegar aos shows, TUDO!
Um site feito de fãs para fãs. Com tudo sobre o Hanson hoje em dia, sempre atualizado, discografia, fotos, música, downloads e tudo sobre Taylor, Zac e Ike.
No nosso canal no YouTube você encontra vídeos de shows, caminhadas, entrevistas, apresentações, além daqueles livestreams que o Hanson fez e você perdeu! Assista-nos e não deixe de se inscrever!
O novo álbum do Hanson já a está venda e bombando! Ficou entre os 30 mais vendidos na lista geral do Itunes e em 2° entre os álbuns independentes. O clipe do 1° single, Thinking ‘Bout Somethin’, já passou dos 2 milhões de visualizações. Compre o seu pelo pelo site oficial!
Visite nossa Galeria completa e atualizada regularmente! Fotos de shows, caminhadas, photoshoots, estúdio e onde mais eles se meterem. Aqui você encontrará o que procura!
Hanson.net Members Event
Postado por Bond16 de Maio de 2009. Tulsa, OK
Por Juca
(Juca – sortudo – ao lado do Zac)
Resolvi escrever esse review de forma concisa, pois tentar registrar toda a experiência tremenda de encontrar pessoas tão importantes em minha vida, nada mais representa que perder tempo. Eu não conseguiria escrever tudo, por mais que eu tentasse, sempre seria um review injusto.Por mais imparcial que eu tente ser, também seria em vão, logo esse review contém minha percepção pessoal, como fã genuíno do trabalho de 3 artistas fantásticos, Isaac, Taylor e Zach Hanson.
Eu estava decidido a não ir ao evento, pois não sabia como seria minha situação na semana em que ele seria realizado, portanto não havia feito minha reserva. Estava conformado em não ir. Semana passada senti que deveria tentar de novo, enviei um e-mail e minutos depois recebi a resposta confirmando minha presença.
Apenas na véspera da data comecei a sentir uma ansiedade desesperadora, eu estava confiante que os veria tão próximo quanto eu gostaria, durante a caminhada e que seria um show impecável e aquilo começou a me deixar muito empolgado, apesar de ter que dirigir 7h seguidas. Preparei tudo que eu precisava e fui dormir. Acordei 3h depois e saí de casa, muitos cds do Hanson no som, Jars of Clay e Katie Herzig, para me fazerem companhia na estrada.
Tudo saiu perfeitamente bem na estrada, apesar da chuva. Cheguei em Tulsa às 11h da manhã, horário exato agendado para a caminhada e aquela cidade que era quase fictícia em minha adolescência, passou a fazer todo o sentido para mim. Eu já estava super atrasado, mesmo sabendo que não havia começado ainda a caminhada. Cheguei no local marcado e encontrei-me com 7 brasileiras vindas de lugares diferentes dos EUA, mas a interação entre nos foi super positiva e marcante. As pessoas ao redor sentiam a emoção que o grupo transmitia e alguns se aproximavam para conversar conosco. Depois de alguns momentos de espera, o carro da banda parou ao lado do estabelecimento e eles saíram, um a um, momento em que o lugar ficou mais agitado. Havia uma feirinha local próxima acontecendo, além do May Fest a algumas quadras dali. A euforia tomou contas dos fãs, crianças de colo, crianças, adolescentes, adultos, idosos. Homens e mulheres comuns, unidos pelo amor por uma banda, por uma causa simples, inspirada pela paixão de três pessoas que não precisam fazer o que fazem, mas não medem esforços para promoverem uma consciência
individual, quanto a necessidade de nos unirmos e compartilharmos um pouco do que temos, nossas forças, nosso tempo, nosso senso de comunidade, pois eles trabalham duro e fazem questão de envolver seus fãs. Toda a família Hanson se envolve.
Taylor tomou a frente, dessa vez sem mega-fone, deu as instruções sobre a caminhada, novamente explicando o coração do projeto Takethe Walk. Muito convicto e experiente, não se intimidava com a resposta do público que sempre bradava a cada vez que ele falava algo. Para os que abraçam a causa, era uma emoção especial saber que a
primeira “volta ao mundo” havia sido completada e que já estávamos efetivamente no inicio da segunda volta. Isso não são apenas números, são resultados reais, de esforços pessoais, impactando pessoas que antes não tinham qualquer perspectiva de vida. Foi especialmente importante saber que metade das caminhadas nessa primeira volta ao mundo, foi realizada sem a presença da banda, por pessoas comuns como nós, que ouvimos e levamos a sério o “Take Action” da banda
A caminhada em si acontece naturalmente, eles determinam o trajeto e saem destemidos, enquanto os fãs brigam por um momento perto deles, para tirarem uma foto, fazerem perguntas, ou apenas iniciarem uma conversa randômica, pelo simples fato de ser algo especial. Eles encaram com naturalidade, motivam as pessoas a se aterem ao objetivo de caminharem, de forma a cumprir o horário estabelecido. Para alguns a caminhada se torna uma corrida, pois o desejo de estar com os 3 ao mesmo tempo exige que você oscile de um para outro, visto que eles ocupam lugares diferentes no cordão de pessoas. Percebi que todos são muito concorridos, mas o perfil de fãs varia de irmão para irmão. Taylor o tempo todo caminha e responde na intenção de manter os fãs em volta informados daquilo que ele tem experimentado. Zac mantém seu jeito descontraído e recebe os presentes, conversa com fãs, tira fotos, assina cds, papéis, camisas, o clima em torno dele fica super amigável. Ike se preocupa em registrar a caminhada com sua câmera e manter as pessoas caminhando, sorri, tira fotos e informa. Todos se esforçam para não deixar romper a linha entre serem celebridades e parte de um momento de mudança e impacto na vida de outras pessoas, caminhando descalços a
mesma milha de outras centenas de pessoas comuns.
A população externa observava e comentava “São os Hanson”, pessoas em seus carros paravam curiosas e esperavam a multidão passar, com respeito. Não ha empecilhos, não há ruas intransitáveis, seja trânsito, seja feira, jardins, construções, nada fazia parar a caminhada. Eles caminham praticamente cercados de fãs. Há poucos seguranças e os que estão presentes, também tem aparência de pessoas comuns. Finalmente, todos querem aproveitar aqueles
minutos perto deles. Eu conheço a sinceridade e motivação dentro de mim com relação as caminhadas, mas como fã, ela assume um caráter de todo especial, pois você os percebe ali, inteiros naquele objetivo e, como Juca, contemplar
aquelas pessoas em um contexto fora da alienação que uma relação fã-artista pode alcançar, aquele momento não pode ser descrito. A cada passo, você se lembra de algo especial em sua vida, que eles fizeram parte e tudo se resume
hoje, nessa relação harmônica, de caminhar rumo a um só objetivo e saber que tudo que você mais amou neles, durante esses 12 anos, torna-se ainda maior, mais excelente.
Já no finalzinho da caminhada, aproveitei que o Ike estava filmando e me aproximei e perguntei sobre “Either Side”, gravada por ele com Sandra McCracke (esposa do Derek Webb) e Dan Haseltine (vocal do Jars of Clay) do Fool’s Banquet de 2006 e ele pensou por um momento e disse que sabia de qual música eu estava falando, perguntei se eles lançariam essa música futuramente em algum projeto, pois ela é muito especial para mim. Nesse momento ele foi incisivo com relação ao prejuízo que as pessoas causam a banda, quando acessam materiais deles que não deveriam ser acessados e compartilham com o mundo, menosprezando o valor que cada música tem para quem as criou. Ele respondeu que a banda não se sente feliz com isso e que provavelmente eles não vão lançá-la mais, uma vez que as músicas foram roubadas de seus artistas e indiscriminadamente compartilhadas. Comentei que o Dan disse que talvez ela seria gravada pelo Jars of Clay, nesse momento ele apenas lamentou novamente que o que aconteceu, não deveria ter acontecido. Agradeci a atenção e ele continuou o assunto com uma fã que estava próximo. Segui adiante.
De volta ao ponto de partida, Taylor já estava pronto para falar novamente, Zac estava tirando fotos com um grupo pequeno de fãs, fiquei próximo e tirei algumas fotos. Instantaneamente ele saiu de lá e se juntou a mesa onde eles estavam registrando as pessoas que caminharam. Taylor informou que o nenezinho de colo que estava na caminhada também contava, portanto a mãe deveria registra-lo. Ike disse que a reconheceu de outra caminhada, quando ela ainda estava grávida. Ele ressaltou como era gratificante para eles a presença de todos, como o projeto se tornou auto-suficiente com a ajuda dos fãs e pessoas envolvidas, hosts de alguma caminhada, seja envolvidas em organizações diversas, outros projetos sociais, igrejas, fãs de outras bandas etc e que eles tinham produtos a venda, que eram diretamente ligados ao Take the Walk. (video)
Infelizmente, eles tiveram que ir embora, deixando somente a saudade e a expectativa para o show no Tulsa Little Theatre naquela tarde e a última sessão a noite. Minha sessão era a última, então teria bastante tempo para comer e comentar sobre a caminhada. O grupo de brasileiras que encontrei foi: Bela e uma amiga, Rose, Carol, Lilian, Priscila, Aline e Luiza. Bela e sua amiga não ficaram com a gente. Eu estava dirigindo, então dei carona a turma ate o teatro, Carol e eu paramos para comer uma pizza e nos organizar sobre o hotel. Uma vez resolvidos, voltamos ao teatro e havia uma organização não oficial da fila, o que não nos preocupou, nem atrapalhou. Eles entregaram os kits, mas eu não peguei o meu ainda. Após isso, Aline, eu e Priscila fomos a antiga casa deles, em um local remoto da cidade, onde o fã clube funcionou por um tempo. Tiramos foto e voltamos ao teatro, bem a tempo de entrar.
Dentro do teatro, os fãs estavam bem intensos e a casa ficou cheia. Recebemos as instruções sobre como deveríamos nos comportar durante as músicas. A banda estava gravando o evento, para lançarem um EP com os áudios dos shows. Portanto não poderia haver nenhuma resposta do público, durante as músicas, apenas entre elas. Os 3 estavam nitidamente bem humorados, faziam piadas entre uma música e outra durante vários minutos, dizendo que é daquela
maneira que eles funcionam quando estão em estúdio, tocam, erram, param, comentam, tocam de novo … várias vezes. O set foi especial, contendo faixas novas, algumas cujos nomes não foram citados, faixas antigas de cds do fã
clube e outros clássicos.
Sobre o novo cd, disseram que o processo está evoluindo bastante, trabalham em uma música, criam um esboço do que ela poderá ser, pensam se aquilo soa legal, se acostumam, ensaiam, mantém algumas coisas, mudam outras e que as versões que tocariam, eram demos de como as músicas estão ganhando forma até então. Zac comentou sobre esse cd ser um trabalho pop. Não há uma temática especial, assim como ele não entendia que os demais cds tinham alguma temática especial, por mais que o The Walk esteja permeado com a idéia do projeto social. Eles apenas criam músicas e elas se conectam de alguma forma e aquele resultado integral é o que eles querem comunicar com as músicas.
Antes de listar as músicas, devo dizer que observei que a aparelhagem deles era bem simples, havia um piano com acabamento antigo, um Wurlitzer, a bateria, um cajon, pandeirolas, ganza, 2 violões e um baixo. Havia peças soltas da bateria, um bumbo com o nome “Albertane Tour” era o objeto mais desconexo no palco, foi engraçado.
Nem se eu quisesse, eu me lembraria de todas as piadinhas que eles faziam, então não vou me preocupar com elas aqui, mas geraram boas risadas o tempo todo. Não tínhamos nada em mãos, pois a produção pegou todas as bolsas, máquinas e carteiras das pessoas. Taylor vestia uma calça Jeans justa, dobrada até o inicio da canela, camisa de malha branca por dentro da calça, com suspensório vermelho, barba e um Tom’s preto. Zac estava com a mesma roupa da caminhada: tênis preto, calça justa preta, cinto marrom, camisa preta com estampa de uma sinalização de transito horizontal, escrita “Turn Left”, cabelo amarrado, barba feita. Ike estava com uma camisa cinza para fora da calça, gravata, calca jeans reta, sneakers, cabelo com gel. Ok, vamos as músicas, Eu me esforcei ao Maximo para me lembrar de tudo que aconteceu, vou tentar, na ordem foram:
1) Carry you there // Comentaram que foi uma das músicas escritas no Fool’s desse ano e que eles tocaram a música no TinPan Fest. Taylor tocou piano, Ike violao, Zac tocou o cajon, FANTÁSTICO! Eu não gostava da música, mas passei a
amar! Maravilhosa! Muitas pessoas estavam chorando já nessa primeira.
2) These Walls // Mantiveram a formação, Ike ainda estava tocando violão. Zac usou o ganza. O clima não mudou tanto de “Carry you there” para “These Walls”.
3) ? // O nome da terceira música não foi dito. Também disseram que era uma música que estão trabalhando e que pode entrar para o cd. A expectativa de ouvir músicas novas confundia com a vontade de ouvir músicas que eu já conhecia e gostava muito. No meio da tensão toda, ficava difícil memorizar versos da música. Zac e Ike cantam trechos. Zac tocou bateria, Taylor usou teclado, Ike não estava tocando nenhum instrumento de cordas, se não me
engano, foi nessa faixa, o que me fez pensar se era intencionalmente, ou se e era porque ele ainda não havia composto as cordas para a música.
4) Make it through the day // Ike faz lead nessa música. A emoção que ele coloca nela destruiu meu conceito de que nada que ele cantasse conseguiria ser melhor que “Being me”. “Make it through the day” conseguiu ir além. A melodia é bem mais lenta e Ike usa o baixo apenas. Para quem ouve músicas cristãs e conhece Matt Redman e Delirious, essa música tem um sentimento Delirious old-school, carregando uma urgência emocional, uma confissão muito honesta. O instrumental parece fluir marcado pela respiração e oscilação dos versos, que culminam em um refrão que não se repetia muito. Ike cantou quase que o tempo todo de olhos fechados e muito concentrado dava para ver quando os olhos ficavam entreabertos e virados, levado por um “quasi-transe”.
5) Use me up // Posições trocadas, Zac agora estava no Wurlitzer, Taylor na bateria e, claro, piadinhas sobre ele não ser tão bom na bateria surgiram a partir desse momento. Ele foi bem, a marcação da bateria era super simples. O teclado era bastante sombrio, parecia simples demais também, para faixas com Taylor no teclado, mas esse foi o momento do Zac, ele alcançava notas que eu não tinha visto ele alcançar tão bem, a expressão no rosto dele não era de conforto, mas tanto faz, o resultado estava perfeito e havia muita emoção e presença na música.
6) Musical Ride // Taylor agora não tocou a bateria, mas tocou o meia-lua e o ganza ao mesmo tempo. Zac continuou no teclado. Melodia pop que vai colar fácil se for lançada, potencial para rádios.
7) ? // Eles não disseram o nome dessa música também. A letra me faz pensar que talvez ela seja batizada como “A matter of time”. Balada romântica, com potencial para o novo cd também.
? // Também não disseram o nome dessa. Super upbeat e a banda pede o público para repetir as frases “Shout it out/ You can’t deny it”, junto com eles. Super funciona ao vivo, logo também parece ser uma boa escolha para um novo cd pop e fresh.
9) Never let go // Taylor anunciou que cantariam faixas de cds exclusivos da H.net a partir desse momento. Ele tocou o comecinho de “Never …“, para dar um gostinho e isso me fez perceber uma conexão do piano de Never let go, no
inicio, com a mesma base de “A song to sing”. Pianistas que lerem o review, me ajudem aqui se eu estiver errado. Eu amo “Never let go” pelo que ela representou para mim na época em que ouvíamos aquela demo incompleta. Quando recebi o kit e ouvi a música inteira, foi um deleite ouvir o final. O amor doador que vejo ser comunicado nessa música transcende o amor humano efêmero e me conecta com o amor “Agape” de Cristo, que esta acima do amor “fileo” de pais para com seus filhos, entre irmãos e amigos. Taylor terminou a música com louvor, tocava como se ninguém estivesse o vendo, explorando texturas em sua voz, que não estão no cd.
10) Letters in the mailbox // Seguindo o momento de solos, Zac levantou o clima do teatro nessa música. Quase no final, Taylor entrou no palco, sentou-se na beirada e começou a conduzir o público com os braços de um lado para o
outro e sugerindo que todos cantassem, ficou um coral suave, agradável, que adornou a voz do Zac. Se essa música sair no EP, vai ficar muito linda! Taylor fez gestuais bem estranhos, como “dedo do meio” e “banana” com o braço.
11) I am // Zac continuou no teclado. Ike estava tendo dificuldade para afinar o violão para essa música. Ele tentou e não estava conseguindo se lembrar das notas. Então Zac tocou no piano o incio, todos vibraram. Ike deu a entender que havia se lembrado e estava pronto, Zac fez um começo majestoso, no piano e no vocal. Ike continuava com uma expressão de insegurança e antes de terminar a primeira estrofe, ele interrompeu o Zac, dizendo que não ia acompanhar nessa música, Zac o olhou com repreensão. Ike tornou ensaiar um pouco e pareceu estar certo. Recomeçaram e ele foi pegando, da segunda estrofe em diante e tudo saiu perfeito. Acho que foi em “I am”, que mais uma vez o piano me lembrou da base de outra música, “This time around”. Mais uma vez, pianistas …
12) Down // Ike não estava se lembrando em qual kit “Down” estava e o público ajudou. Ele disse que era a idade. Taylor voltou ao teclado, que estava tendo um problema no cabo, ele zoou o som que estava saindo. Ike inventou
de tentar ajudar, o assistente de palco trocou o cabo e deu certo. Taylor agradeceu.
13) Take our Chances // Mais uma do kit de 2007, parece ter sido uma boa escolha, pois todo mundo se sentiu presenteado com a música. Nessa música, Taylor disse que não precisávamos mais ficar calados e quietos, então todo
mundo aproveitou ao máximo. Batemos palmas e cantamos juntos, a vontade era de levantar, pular e dançar. Zac colocou toda a energia dele nessa música e em “Down”.
Houve uma sessão de respostas das perguntas enviadas online, responderam aproximadamente 6 perguntas, acerca de temas dos cds, como já disse, eles não pensam em um tema e constroem o cd em cima dele, tensão com gravadoras, dominação por empresários que não entendem nada de música, falaram sobre serem artistas e valorizarem o que fazem e o que outros artistas fazem, projetos, cena musical, o que mudariam na cena musical se pudessem, dificuldades no inicio da carreira, no momento de transição de um estado totalmente independente, para colaborações com outros compositores e o domínio de uma gravadora, assumindo que o que herdaram, parte se deu por eles, como banda, terem assinado o contrato, mas não tiveram problemas com os profissionais que colaboraram com eles, apenas com a gravadora. Ao responderem uma das perguntas, sobre o que achavam que estariam fazendo hoje, se não tivessem deixado a Island, eles foram corajosos e disseram de forma bem humorada, que talvez estariam trabalhando em “Underneath” até hoje, ou que toda a tensão os levaria a um suicídio coletivo e que isso seria um choque nos jornais.
Eles agradeceram e ficaram super lisonjeados quando todos se levantaram e aplaudiram de pé. Avisaram que voltariam para tirar fotos com todos.
Assim que voltaram, chamaram a fila em que eu estava, fomos até a frente e no empurra pra lá e pra cá, acabei ficando do lado do Zac. Eu não tinha uma preferência, mas fiquei feliz por ter ficado perto dele na foto. Bateram a foto e acenei para ele, dizendo tchau, tomado por um sentimento de despedida. Ele abriu um super sorriso e estendeu a mão para mim, dei a mão a ele e ele sacudiu com muito entusiasmo. Disse obrigado e adeus.
Saímos do teatro, Carol e eu, resolvemos esperar do lado de fora e somente vimos saírem o Taylor e o Zac, cada qual em um carro. Voltei ao hotel e no dia seguinte estava em casa de volta, preenchido pela costumeira nostalgia que me acompanha há 12 anos, por estar tão fortemente ligado ao quea música do Hanson causou em mim, durante esses anos.
Popularity: 6% [?]






Tem algo maneiro rolando ou para rolar? Envolve a banda? Vai ser legal? Os fansons vão curtir? Então mande um e-mail que colocamos a sua propaganda aqui! Sempre da forma mais descarada possível! E o melhor, ainda é grátis! Só não tem boca livre.
| 











