Show TinWin em DC
# Tinted Windowns em DC – Agosto 2009
Por Mariangela Proença
O Tinted Windows tocou numa noite muito quente de quarta-feira no Black Cat, uma casa de música alternativa, em Washington,DC.
O show estava marcado pra começar às 20h, chegamos em cima da hora, mas a casa ainda estava fechada e com uma fila consideravelmente grande do lado de fora. Depois de uns vinte minutos que entramos a banda de abertura (US Royalty), inclusive muito boa, começou a tocar. Creio que Taylor Hanson e sua trupe entraram em cena umas 21h30, e o pequeno, mas
barulhento, público foi ao delírio.
Tenho certeza que vocês não ficarão surpresos ao ouvirem dizer que a banda toca muito bem. Tem muita gente que não se importa com shows ao vivo, mas eu, pelo menos, sou chata quanto a isso e posso dizer que a acústica do local e a banda formaram uma perfeita parceria. Aconteceu uma vez da voz do Taylor sumir, mas foi por alguns segundos no meio de uma música, mas devido a algum erro técnico que rapidamente foi
reparado. Não posso relatar muito sobre o repertório, conheço a banda a pouco tempo, então, reconheci quando tocaram “Kind of a Girl”, “Dead Serious” e “Messing with my head”. Não necessariamente nessa ordem, mas é isso que me recordo.
Sou fã do Hanson há muito tempo, mas confesso que estava meio por fora das novidades deles ultimamente, fiquei impressionada com o público, pois só assisti a um show deles em São Paulo e me lembro que foi uma experiência totalmente diferente: tietes adolescentes gritando, meninas acampadas na porta do Credicard Hall (local do show), empurra-empurra, choro etc.
O Taylor é o meu favorito, por isso pra mim foi muito emocionante vê-lo num spot diferente: mais adulto, cantando no centro do palco, mais rock’n'roll. O público estava bem variado, tinha gente de todas as idades. Casais de “tiozões”, emos, cabeludos, patricinhas e lógico, fãs do Hanson. Tinha até uma menina com o símbolo do Hanson tatuado nas costas. Ah, e claro, as groupies também marcaram presença na primeira fileira do palco. O lugar é pequeno, o chão quadriculado, bem underground. Apesar da grande fila na entrada, o lugar não encheu, e eu adorei isso porque assisti o show de perto, sem ninguém empurrando.
Enfim, depois de mais ou menos uma hora e meia, sem flashes, porque era proibido fotografar com flash, mas com muita gritaria, assobios e aplausos os “Vidros-Fumês” deixaram o palco.







